quarta-feira, 5 de maio de 2010

Babaca tem cara? (2)


Eu acho que sim.

O pior é que anos de babaquice me deixaram com uma puta cara de babaca. Só pode ser essa a explicação, porque do nada, ora ou outra, sempre vem um babaca que não conheço puxar assunto e fazer babaquices e me incentivar a completar e participar.

Ou é isso, ou puta merda, como tem babaca por aí!

Parece até que eu fiquei insensível e chato, mas não é isso, fazer brincadeiras ou babaquices na hora certa pode ser muito divertido. Mas quando se está, por exemplo irritado... (?) Ei é isso! Devo ficar com cara de babaca quando estou irritado, preciso me lembrar de comprar um espelhinho pra ver minha cara nessas horas!

Mas ter cara de babaca tem suas vantagens. Muitos otários, por exemplo, cismam comigo e tentam "zoar" com a minha cara, a maioria se fode e acabam sendo "zoados" no final. A desvantagem é que eu tenho que gastar muita saliva pra provar pra alguma potencial paquera que é só a cara!

Fonte da imagem: http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/2009/04/19/spring-rolls-9/

terça-feira, 4 de maio de 2010

Desvantagem de ser babaca (2)



Algumas pessoas, incentivadas por amigos babacas fazem cada coisa, eu mesmo já fiz cada merda. "Faz aquele negócio engraçado lá..." E o babaca achando que está abafando faz a merda.

E agora, quem é o babaca? Otário!


A vida dá muitas voltas, e é muito cômico certos acontecimentos que surgem em nossas vidas e na vida dos que nos cercam!

Na época em que estudava no ginásio, haviam entre todos meus colegas, um, chamado Ronaldo (nome fictício) que era o bonitão, esportista e outro que era o "nerd" gordinho, o Luiz (fictício também).

Todo mundo queria ser como o Ronaldo, com as menininhas correndo atrás, sendo o aluno preferido do professor de educação física. Do Luiz os outros colegas só queriam as notas.

Nos finais de semana todos saíamos pra curtir algum baile, algum jogo, o Ronaldo era sempre o centro das atenções, mas o Luiz nem sequer saía de casa, preferia ficar estudando.

Até que um dia, em uma prova, o Luiz se recusou a passar uma resposta de determinada questão para Ronaldo. Puxa que situação, Ronaldo humilhou o coitado do Luiz...

- "Seu gordo babaca, Nerd filho da puta, você tá ferrado na minha mão..."

O tempo passou, os estudos foram completados, cada um foi para seu lado e um belo dia fui ao casamento de um bom amigo, quando na recepção, vejo um segurança com abdômen proeminente, olho pra ele e penso:

-"Conheço esse cara!"

Ora! Era o Ronaldo! Conversei com ele, ele me contou que havia casado, tinha três filhos e me contou também sobre as dificuldades, etc. E o que houve com o Luiz?

Encontrei com o Luiz pouco tempo depois na rua. Estava com um bom emprego em uma empresa de tecnologia, viajando pra tudo quanto é canto ganhando uma grana boa! É meu querido Ronaldo!! Quem é o babaca agora otário? Parecia que o mundo girava ao seu redor, mas quando o vigor da juventude foi embora o que ficou?

Calma! Ainda não acabou! Alguns anos depois fiquei sabendo que Luiz casou-se! E pasmem, meu amigo nerd teve um surto psicótico na lua de mel. Enquanto a esposa estava ali na cama preparada para as núpcias, Luiz sentou-se no chão, pegou alguns carrinhos e começou a brincar!

É meus queridos, a vida é implacável, o mundo não perdoa ninguém. Essa e outras coisas me fizeram chegar a seguinte conclusão: A gente não sabe se vai viver muito ou pouco, se eu soubesse que iria viver muito, iria estudar quase igual ao Luiz (não a ponto de surtar), agora se eu soubesse que iria viver pouco iria aprontar todas! Mas como não tenho bola de cristal, é bem aconselhável fazer um pouco de cada!

Nerd é um termo que descreve, de forma estereotipada, muitas vezes com conotação depreciativa, uma pessoa que exerce intensas actividades intelectuais, que são consideradas inadequadas para a sua idade, em detrimento de outras atividades mais populares. Por essa razão, um nerd é muitas vezes excluído de atividades físicas e considerado um solitário pelos seus pares. Pode descrever uma pessoa que tenha dificuldades de integração social e seja atrapalhada, mas que nutre grande fascínio por conhecimento ou tecnologia. Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Desvantagem de ser babaca

c

Interessante. É um exemplo das desvantagens de ser babaca

Filho de peixe...


Não lembro agora o nome do estudioso que disse, que a educação de um filho é falha quando este vira uma cópia fiel do pai (ou mãe). São filhos sem personalidade própria, vivem à sombra da mamãezinha e do papaizinho. Estão propensos a se tornarem verdadeiros "Embalos" (veja a postagem "Morango com Chantily").

Eu não estou falando de colocar a camisa do seu time no seu filho, isso é coisa pouca, ou ensinar a sua religião ao seu filho. Isso não tem nada a ver com o que estou falando. Mas se você obriga o moleque a torcer pro seu time, ou entuxa sua crença e pra piorar, dita as regras de conduta que o moleque deve fazer ou não... Cara você é um grande babaca do tipo A com 10 graus na escala Wilbor.

Se colocarmos algumas crianças em uma brinquedoteca, sendo cada uma delas, colorado, gremista, palmeirense, corinthiana, flamenguista, vascaína, etc. Sendo também as mesmas crianças, cada uma, muçulmana, judia, cristã evangélica, cristã católica, budista, etc. O que vai acontecer? Uma puta gritaria das brincadeiras que a pirralhada iria fazer. Agora suponhamos que os pais desses pestinhas sejam verdadeiros babacas, o que aconteceria se os colocássemos no meio? Pois é, logo iam começar a discutir.

É muito bonito os pais que levam seus filhos aos estádios pra curtir um momento legal juntos, levar ao seu culto religioso seja qual for e ensinar o verdadeiro amor, ensinar cidadania, estar presente, dar exemplos, mas é importante fazê-los crescerem homens e mulheres independentes, com opiniões próprias. Mas veja bem, não é porque se filho saiu completamente diferente de você que houve êxito.

domingo, 2 de maio de 2010

Estigma


Eis a questão!

Para deixar de ser babaca é necessário aceitar a opinião dos outros ou ignorar a opinião dos outros?

A resposta é sim e não.

Sim, porque devemos respeitar a opinião dos outros, podemos dar ouvidos, mas com certos critérios, que vem desde o bom senso, das metas que traçamos em nossa vida e uma séria filtragem dessas opiniões. Pelos mesmo motivos a resposta pode ser não. Se meu amigo ou seu amigo torce pra tal ou qual time, por exemplo, por bom senso, isso deve ser respeitado, e se eles gostam de tal ou qual música, isso é com eles, esse tipo de opinião é até algo fútil, nesse contexto, se comparado as regras de comportamento que nos são impostas a todo momento.

Por exemplo, todo fanático é um babaca. Fanático é o sujeito que cego por determinada paixão passa a deixar de enxergar as opiniões alheias e a sua é sempre a verdadeira. As informações e opiniões que vem de amigos fanáticos devem ser seriamente filtradas. Ninguém é melhor que ninguém, principalmente por causa de algum time, religião, partido político, etc. Por causa da sua paixão pelo seu time você vai passar a deixar de falar com seus amigos que torcem por outro? Por causa da sua religião você vai passar a atormentar seus amigos de outras religiões tentando convertê-los a todo custo? O sujeito que tem uma opinião política contrária a sua é seu inimigo ou um alienado ou um idiota?

Mas por trás de tudo isso, de toda a filtragem, do uso do bom senso e de uma busca séria por alcançar uma boa qualidade de vida existe algo desanimador para todo candidato a ex-babaca. É o estigma. Uma vez que uma pessoa marcou a outra como babaca, dificilmente enxergará uma mudança nesse "babaca" que venha a mudar essa opinião.

Ontem mesmo tive essa experiência, ouvi de outra pessoa, que me é muito estimada, todas as constatações obtidas nas minhas reflexões, e por quanto mais eu tentava explicar que já sabia tudo aquilo que estava sendo dito, mais sermão eu tomava, tudo bem a "cajibrina" (cachaça) deu uma forcinha ao discurso, mas eu percebi que ainda carrego, para algumas pessoas, o letreiro "BABACA" na testa.

Vou chorar? É claro que não. Foda-se, não devo nada pra ninguém, a situação foi até hilariante. Mas de certa forma aquele discurso me mostrou algumas coisas que eu não estava enxergando, uns dois pontos que me haviam passado despercebido. Por isso é importante filtrar as informações, pegar o que vale e descartar o que não serve, brigar, chorar ou mudar de cidade não adianta, ou encaramos a vida e partimos pra cima ou continuamos na mesma, gritando ao atender o celular pra chamar um pouco de atenção! ALÔ!!! É ELE .....

estigma
es.tig.ma
sm (lat stígma) 1 Marca indelével. 2 Cada uma das marcas das cinco chagas de Cristo, que alguns santos traziam no corpo. 3 Marca produzida por ferrete, com que antigamente se marcavam escravos, criminosos etc. 4 Sinal infamante; labéu, ferrete. 5 Sinal ou mancha naturais no corpo; nevo. 6Cicatriz de uma ferida ou chaga. 7 Bot Parte superior do pistilo das angiospérmicas e que serve para receber o pólen; estígmate. 8 Zool Abertura respiratória no tegumento do corpo dos artrópodes que respiram por traquéias.
indelével
in.de.lé.vel
adj (lat indelebile) 1 Que não se pode delir. 2 Que não se pode apagar, que não se pode destruir, que não desaparece, que dura; indestrutível. 3 Que não se pode expungir

sábado, 1 de maio de 2010

Mulher babaca


Tenho que confessar que, eu sempre endeusei a figura feminina. Por muitos anos nem passou pela minha cabeça em fazer a conexão entre a palavra babaca e mulher (calma, eu só descobri que babaca era sinônimo de vulva quando escrevi a postagem "Dicionário").

Se nós vasculharmos o universo dos blogs, acharemos muitas postagens falando das diferenças entre homens e mulheres e meu intuito não é esse. Essas sutis diferenças fazem as mulheres encararem a vida com mais seriedade que os homens, desde cedo elas tem que provar pra nossa sociedade machista do que elas são realmente capazes. É muito mais fácil encontrar um homem levando a vida na brincadeira do que mulheres e esse também é o motivo que estão levando cada vez mais mulheres alçarem (ups) grandes postos de comando.

Mas também não estou aqui pra puxar o saco da mulherada (algum babaca deve ter pensado "dããã, mulher não tem saco"), mas dizer que nas minhas curtas andanças pós babaquices encontrei muitas mulheres babacas. Elas são muito mais discretas que os homens, mas como tem mulher babaca!

Não estou nem contando as adolescentes, como eu disse anteriormente, todo adolescente devido a transição de criança a adulto parecem e agem como babacas, mas isso é da idade.

Muitas mulheres chamam os cafagestes de babacas, e são mesmo, iludir uma mulher com promessas falsas de amor é muita cretinice, mas tem muitas mulheres que mesmo vendo que o cara é um babaca acredita no cara. Não vou nem criticar as mulheres que trocam o amor sincero de um babaca pelo de um cafageste, porque nós homens também "caímos de quatro" nas mãos de uma "perversa". Definitivamente não dá pra entender esse comportamento autodestrutivo.

Os cafagestes são uma categoria masculina, que pelo que pude perceber, é o que melhor entende o universo feminino. Inclusive tem um amigo meu que diz que "por isso que eles não querem compromisso com nenhuma". Maldade e uma inverdade porque hora ou outra eles acabam fisgados, todos meus amigos "cafas" ostentam uma aliançona no mão esquerda e a maioria são maridos exemplares.

Às mulheres o meu respeito e admiração, aos "cafas" não se esqueçam que "um dia é o do caçador e o outro será o da caça".

alçar
al.çar
(lat altiare) vtd 1 Erguer, elevar: Alçar o guarda-chuva. vtd evpr 2 Erguer(-se), levantar(-se): Alçar a mão. Não contava alçar-me a tão alto posto. vtd 3 Suspender: Alçar uma viga.vtd 4 Edificar, erigir: Alçar a cúpula de uma igreja. vtd 5Celebrar, exalçar: Alçar as glórias de um general. Alçar o estilo de adjetivos. vtd 6 Tornar mais forte: Alçar a voz. vtd7 Tip Levantar, pondo em ordem (as folhas que saíram do prelo). vint 8 Fugir (a criação mansa) para lugares ermos; alongar-se. vpr 9 Alvorotar-se, revoltar-se. Antôn (das acepções 2, 3 e 6): baixar. Alçar a perna: montar a cavalo.Alçar na rédea: fazer o cavalo levantar a cabeça, para conseguir dele melhor desempenho. Alçar as armas: deixar de combater.